24.5.11

7 leituras, 7 autores, 7 diretores

São Paulo, terça-feira, 24 de maio de 2011
Evento "7 leituras, 7 autores, 7 diretores" abre programação 

Leituras neste ano têm família como tema; peça "Tango", de S. Mrozek é lida hoje 

GABRIELA MELLÃO
DE SÃO PAULO 

Dois dos mais tradicionais projetos de leitura dramática de São Paulo chegam ao quinto ano em 2011. "7 leituras, 7 autores, 7 diretores" abre hoje sua programação no Sesc Consolação enquanto "Letras em Cena", evento sediado no Masp, tem início apenas em junho. 
"7 leituras, 7 autores, 7 diretores" começa a temporada com "Tango", do autor polonês Slawomir Mrozek. A montagem é dirigida pela idealizadora do evento, Eugênia Thereza de Andrade. Nos anos 60, ela viu uma encenação da peça que, por meio de uma farsa familiar, critica a luta por poder. Não se esqueceu mais dela. 
Em 2011, o evento tem família como tema: "A família é um nervo exposto na história do homem e do teatro". 
Leituras atravessam tempos e países, partindo de August Strindberg ("O Pai"). O mexicano Emilio Carballido fecha a programação em novembro, com "Rosa de dois Perfumes", única comédia selecionada. "Aliviei no final", brinca. 

7 LEITURAS, 7 AUTORES E 7 DIRETORES 

QUANDO toda última terça do mês, às 19h30; até 29/11
ONDE Sesc Consolação (r. Dr. Vila Nova, 245, tel.0/xx/11/3234 3000)
QUANTO grátis
CLASSIFICAÇÃO 12 anos 

16.3.11









Maíra Dvorek no Risadaria.
5a feira, 24/03, 20h15

9.12.10



















qualquer verbo estará sempre aquém do fato em si.
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24.10.10

Maira Dvorek participa da mostra/Ary Brandi
22-10-2010 ////////

2º MOSTRA BRASILEIRA DE STAND-UP COMEDY

MARATONA DE HUMOR ACONTECE NO TEATRO JUCA CHAVES

Entre 29 de outubro e 28 de novembro acontece a segunda edição da Mostra Brasileira de Stand-up Comedy, em São Paulo. Sucesso em sua primeira edição, a segunda versão já passou pelo Rio, Curitiba, Goiânia e Belo Horizonte. A mostra reúne 15 artistas, entre os grandes nomes do stand-up nacional, como Angela Dip, Bruno Motta, Fábio Porchat, Marcelo Mansfield e Márcio Ribeiro. Esta edição lança artistas como Maíra Dvorek e Rudy Landucci, e firma nomes ainda não muito conhecidos do grande público, como Ben Ludmer, Carol Zoccoli, Marcelo Oliosi (Smigol), Murilo Couto, Murilo Gun e Renato Tortorelli. Marcelo Madureira e Geraldo Magela estréiam no projeto na temporada paulistana.

Programação
Sexta, 22h 
Abertura : Murilo Gun
1º convidado: Bruno Motta.
2º convidado: Geraldo Magela


Sábado, 22h
Abertura : Maíra Dvorek
1º convidado: Marcelo Madureira
2º convidado: Márcio Ribeiro
Sábado, 23h30
Abertura : Angela Dip
1º convidado: Rudy Landucci
2º convidado: Marcelo Mansfield
Domingo, 19h
Abertura : Renato Tortorelli
1º convidado: Carol Zoccoli
2º convidado: Marcelo Oliosi (Smigol)

Domingo, 20h30
Abertura : Ben Ludmer
1º convidado: Murilo Couto
2º convidado: Fábio Porchat

2º Mostra Brasileira de Stand-up Comedy
Teatro Juca Chaves
Tel.: (11) 3168-2015
Sexta, às 22h, sábado, às 22h e 23h30 e, domingo, às 19h e 20h30.
Este espetáculo não é recomendado para menores de 14 anos.

http://www.agentesevenoteatro.com.br/em_cartaz/index/476/0/2%C2%BA_Mostra_Brasileira_de_StandUp_Comedy

18.10.10

21.6.10

   Aos treze anos de idade subi pela primeira vez num palco, era o Anchieta.                                    
 Após trabalhar quase seis meses como contra-regra, no último dia da temporada, roubei um figurino de uma amiga e sem prévia autorização da direção, entrei em  cena.
Sem falas, obviamente, me integrei aos demais atores que interpretavam os residentes da cidade de Itaguai em “ O Alienista” de Machado de Assis. Minha segunda  vez num palco também foi lá...
Hoje, retorno a esse belíssimo teatro para me reencontrar com “Fedra” e Antônio Abujamra. Belíssimo texto de Racine com adaptação excelente de Millor (ele é o melhor).
Foi no Cultura artística que me encontrei com Abu e Fedra pela primeira vez. Na época, aos dezesseis anos, fiz parte do coro e assistia todas as noites minha irmã Mika interpretar Arícia. Hoje, retorno a esse palco e me reencontro com queridas atrizes da primeira montagem (Tânia Bondezan e Bárbara Bruno) e Arícia que sou  vivo meu luto e me apaixono por Hipólito. 
 Que os deuses do Teatro nos abençoem !
 Espero vcs por lá! Bjs Má

16.6.10

Zurique - A Pepsi Max short film

Directed by Andre Saito and Cesar Nery
foto : André Peniche
Assistant Director: Marianne Martins
2nd Assistant Director: Andre Peniche
Executive Producer: Silvia Cruz
Executive Producer Assistant: Bianca Pulice
Producer (São Paulo): Victor de Azevedo Biagioni
Producer Assistant (São Paulo): Richard Dantas
Producer (Rio): Washington Luis de Carvalho
Director of Photography: Maurício Franco
1st Camera Assistant: Edgard Cavalcante da Cunha
2nd Camera Assistant: Rafael Nobre
1st Camera Assistant (Rio): Bacco de Andrade
Art Director: Isabella Yumi
Art Assistant: Joana Rougier
2nd Art Assistant: Henrique Genereze
Editing: Daniel Caselli and Will Mazzola
Chief Electrician: Ailton Hipólito da Silva
Assistant Electricians: Luis Paulo Teixeira, Julimar Leal dos Santos and Zequinha
Logger: Thiago Reys
Still: Andre Peniche
Direct Sound: Diego Cardoso Alves Garcia
Sound Assistant: Filipe Junqueira Machado
Key Grip: Vagner Guilherme
Best Boy: Sidnei Rodrigues dos Santos
Costume Design: Silvana Moura
Make-Up: Paulo Cruz
Storyboard: Jorge Viani


Cast

Clive: Guilherme Magon
Mark: Edward Ross
Jim: Hugo Kenzo
Davis: Fernando Palacios
Mother: Luiza Fuziy
Megan: Gabriela Rosas
Penny: Maíra Dvorek

São Paulo, Brazil. 2010

22.4.10

25.11.09

GALILEU GALILEI

 

 

 


GALILEU GALILEI, TEXTO DE BERTOLT BRECHT DIREÇÃO: MÁRCIO AURÉLIO
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28.10.09

26.10.09

23.10.09

INSTRUCCIONES PARA LLORAR

 

 

Conheci o Théo quando fazíamos colegial no Equipe. Eu já era atriz de Teatro na época e ele um menino apaixonado por fotografia. Nos reencontramos anos depois. Ele se formando em Cinema em Berlim e eu ( agora fotógrafa também) a fim de fazer cada vez mais e mais cinema.
Já faz uns quatro anos que sou a fim de transformar esse conto (lindo) do Cortázar em fime. Theo e eu nos reencontramos numa sexta a tarde num bar da Vila, duas horas depois já estávamos com o argumento pronto. Sábado levantei os figurinos,a arte e ele a locação. Demos sorte porque ele trouxe uma puta câmera aqui pro Brasil. Segunda filmamos de prima com a afinidade que é peculiar dos amigos de longa data. A Rafa Figueiredo que fez formação de Make no Canadá ( e sabe fazer ator ficar com cara de monstro, fazer cicatriz de tiro e eu ficar toda bonitona) nos deu a honra de sua presença. Terça o filme já estava voando pra Alemanha. Agora ele está sendo editado por uma francesa que eu não conheço mas que o Theo falou que “ é competente pra burro e pode confiar”. Vamos lançar em vários idiomas: Francês, Inglês, Alemão, Espanhol... E em português com a linda voz do Peréio, que ainda não sabe vai participar, mas como ele é nosso amigo e o filme tá lindo a gente tem certeza que ele vai topar...
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3.9.09

 

Fotos: MARCIO DEL NERO, ESPETÁCULO "OLERÊ!OLARÁ!"
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4.8.09

MUSICAL OLERÊ!OLARÁ! TRASNPORTA PÚBLICO PARA O TEMPO DO TEATRO DE REVISTA

http://contigo.abril.com.br/reportagem/frenesi-cabare-487417.shtml

23.7.09

11.6.09

EM JULHO NO SESC



Esta é a história de uma violinista judia tocando na Alemanha… 

Esta é a história de uma soldada Americana e de prisioneiros Iraquianos em Abu Ghraib... Esta é a história uma jovem virgem no Paquistão…
Esta é uma história de homens e mulheres, aqui e lá, ontem e agora...
Uma história de terror e humilhação, dor e silêncio, gritos e lágrimas, bravura e dignidade... Esta é uma história da História que se repete.
Para não esquecer. 

Para nunca esquecer.

9.6.09

SANTO INQUÉRITO

MARAT DESCARTES, CLAUDINEI BRANDÃO, PASCOAL DA CONCEIÇÃO, MARCO ANTONIO PAMIO.
O SANTO INQUÉRITO, TEXTO: DIAS GOMES
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14.5.09


participação mais do que especial de Mayana Neiva e Chico Campos!


São Paulo, quinta-feira, 14 de maio de 2009
Crítica/teatro/
"Olerê! Olará!"Peça joga com clichês e renova referências
LUIZ FERNANDO RAMOSCRÍTICO DA FOLHA
O espaço cênico é o de um bar, O Inflamável, estreito e com um pequeno palco ao fundo. É a sede da Cia. Satélite, de Dionisio Neto, e abriga o espetáculo "Olerê! Olará!", escrito e encenado por ele. O subtítulo, "Samba-Cabaré", sugere uma mixagem, na linha de outras experimentadas por Neto, como a de "Opus Profundum", de 1996, que se pretendia uma "peça festa manifesto show".No caso aqui, combinam-se o ambiente do cabaré, os códigos da revista e a MPB mais sofisticada para um diálogo com o teatro contemporâneo. O teatro de cabaré é uma forma europeia com mais de cem anos que sempre reaparece como alternativa de transgressão. Está no fio da navalha entre a alta e a baixa culturas, e o espetáculo flerta com ambas. O teatro de revista presta-se maravilhosamente à proposta, com sua estrutura de show de atrações.A cena de abertura já revela o melhor do espetáculo, que é o desenho rigoroso dos gestos e movimentos das "neovedetes", numa retomada, em chave formalista, da sintaxe dos corpos da revista. Repaginadas no universo do pop, as vedetes ainda encarnam alegorias, mas adquirem um tom enigmático.Nessa mistura de gêneros populares reapropriados com intenções contemporâneas, cabe também uma forte referência à televisão. Quem costura as cenas nos dois atos é Milanta Plus, uma típica apresentadora do meio carregada pelo ator Jota Marcelo. O fato de a personagem hesitar de forma tosca em suas falas favorece o arquétipo, mas dificulta a tradicional missão do "compère" de fazer o público gargalhar. Talvez seja a estranheza do tratamento hiperestético.Como convém aos gêneros que reúne, o espetáculo é feito de performances irregulares, que variam conforme a força das atrizes e dos atores.Cada uma das "neovedetes" tem a sua vez. Algumas fazem mais de um número, e todas dobram como coristas no solo das outras. Os destaques são para Giovanna Velasco, seja como o Teatro de Revista, seja como Lulu Chuva de Prata. Mayana Neiva também revela personalidade como Carmem Rosa, e Maíra Dvorek brilha como Lisa Eu e Tu. Os solos são feitos ora de prosa poética estranha aos textos habituais da revista, ora com canções cult da MPB, o que deixa o pretendido "samba-cabaré" bem longe do entusiasmo da chanchada ou da grande revista brasileira.O trio Cha Cha Cha, como uma antibanda carnavalesca, com percussão, violão e teclado, garante o tom menor do espetáculo. Fundamentais, também, os figurinos de Fábio Namatame, que dão o brilho e a elegância imprescindíveis às divas. Nem todas conseguem cantar à altura do que vestem, nem tampouco o texto de Dionisio Neto mantém sempre a força de alguns momentos inspirados. Mas, no geral, o espetáculo acaba fascinando pela inventividade e por remar contra a maré de expectativas que cercam os gêneros visitados.Sem fugir de nenhum de seus clichês, joga com eles criativamente e renova suas referências embaralhando-as. É puro teatro contemporâneo disfarçado de cabaré, e cabaré disfarçado de teatro de revista.
OLERÊ! OLARÁ! Quando: sáb., às 20h, dom., às 19h; até junho Onde: O Inflamável (r. Maria Borba, 87, Vila Buarque, tel. 2533-8543) Quanto: R$ 20 Classificação: não indicada a menores de 12 anos Avaliação: bom

4.5.09

BRAVO!


Bravo! Máscara Liza eu e Tu
Híbrido de homem e mulher, o personagem do espetáculo "Olerê!Olará!" incorpora na atriz Maíra Dvorek e se desentende com o editor de BRAVO!
por ARMANDO ANTENORE, FOTOS JOÃO WAINER
LINK DA MATÉRIA http://bravonline.abril.com.br/conteudo/teatroedanca/mascara-liza-eu-tu-467165.shtml

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